sexta-feira, 8 de julho de 2011

Nem tudo que parece, é

               "Atenção, atenção, atenção! Furo de Notícia! Notícia em primeira mão. Assalto em agência bancária da cidade".
               "Por favor, você que me ouve agora não desligue o rádio, a coisa é mais séria do que se possa imaginar. Muitos estampidos são ouvidos no interior da agência. Já temos notícias de que existem mortos e muitos feridos lá dentro. Muitos reféns estão presos nos banheiros..."
               "Não desligue o rádio, por favor! No piso da agência pode-se ver o corpo de um bandido morto, mas ainda existem uns quatro lá dentro no comando da operação".
               "Atenção polícia, socorro, assalto! Fechem as saídas da cidade! Não sabemos se algum bandido conseguiu escapar nem quantos milhões conseguiu levar."
               Com isso, foi-se formando uma rede de boatos via telefone e em pouco tempo toda a cidade vivia um clima de horror... Em frente ao banco, pouco a pouco foi-se formando uma multidão de pessoas curiosas e apavoradas.
               Dentro da agência, de vez em quando, alguém se promovia a anjo e tentava passar pela vidraça da frente e só descobria não sê-lo quando se esfolava nos estilhaços.
               No meio da multidão, mil e uma versões eram contadas e ouvidas... E enquanto isso um repórter inconsequente continuava a levar as suas versões cada vez mais longe através das ondas da emissora.
               E então, as TV's locais começaram a registrar tudo; de repente, corpo de bombeiros, polícias civil, militar, rodoviária, começaram a chegar.
               Simultaneamente, todos invadem o recinto e tudo fica esclarecido: bombeiros rebocam um homem ferido à bala que teve um surto de loucura e, sem arma, anunciou um assalto que assustou um vigilante frouxo que, no reflexo, disparou uma espingarda calibre 12, quase matando o louco.

Do genial Prof. Dierson Ribeiro.

sábado, 11 de junho de 2011

Correria da Vida

Outro dia estive contemplando as estrelas, por dois minutos apenas. Mas nesses dois minutos, lembrei-me de como era bom os tempos de infância. De ir à escola, fazer o dever de casa... E depois ir brincar. Brincar de tudo: correr, pular, jogar bola, rouba bandeira, entre tantos outros que minha falha memória não consegue trazer à tona. E depois, quando talvez estivesse cansado, ia contemplar as estrelas. Ficava imaginando de que elas eram feitas e como conseguiam brilhar enfeitando o céu à noite.
Hoje com a correria do dia a dia, esquecemos das coisas simples e boas da vida. Coisas que realmente nos fazem felizes. Até porque a simplicidade é a face mais bela que um homem pode ofertar. Contemplem as estrelas, nem que seja só por um tempinho. Parem, pensem, vejam o que está acontecendo na vida de vocês. Tirem um tempo para si mesmo. Esqueçam da burocracia da vida e corram para as coisas boas. Mas façam isso rápido, ou então o tempo passará e não vamos passar por ele. VIVAM!


Um grande e fraternal abraço.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Poetizar

Poetizar é como pintar um quadro
Onde as tintas devem ser escolhidas
Com absoluta destreza.
Para se conseguir essa proeza
É necessário conhecimento
E uma boa combinação.

Poetizar é como desenhar
Onde o lápis e o papel devem estar
Em perfeito estado
E o desenhista, bem preparado.

Poetizar é como amar
Pois com o amor
Faz-se tudo
Até poemas.

27/06/2010 - 18h32m